O quarteto que já barbarizou diversas noites paulistanas, foi reunido novamente sábado, graças aos contatos super vip´s da Tati, a única ex-bolacha (por enquanto) que eu conheço.
Já falei isso da última vez que encontrei a Mari (você até leu, né?) mas eu vou falar de novo.
Taí alguém para combinar tanto comigo.
Ontem, no aniversário da Lilian, conversando aos berros com ela por causa do som de uma banda ruim, me peguei numa auto-análise (é o destino de toda psicóloga, assim como médico, trabalhar de graça nas horas de folga). Eu, que tenho estado tão atenta à minha autenticidade ultimamente, percebi que com a Mariana eu sou a Mirana mais natural que eu posso ser.
Tempo de revelações. Muitas, muitas, sobre vários assuntos. O mundo anda fazendo questão de jogar na minha cara algumas verdades. E, para surpresa geral (inclusive minha), minha reação tem sido muito mais madura e firme do que era esperado. Está errado? Então vamos mudar agora antes que fique pior. Aí parece que o mundo, revoltado com a minha serenidade, arma mais uma, e mais uma, e outra, para ver até onde eu aguento sem desmanchar.