Tenho passado bastante tempo na frente do computador. Porque não há posts, então? Aguardem....
Se o projeto desse ano é arranjar uma casa nova para a minha alma, então eu também preciso me mudar virtualmente, não é?
Ou esse blog cheiraria a mofo...
Algo sóbrio, mas vivo. Uma menina que descobriu que o papai noel não existe, mas se recusa a desistir de um romance.
O final (presumidamente) feliz de uma longa novela
Imagine um elefante. Não, imagine cinco. Empilhe-os. Coloque-os em cima do meu ombro.
Agora retire-os suavemente, enquanto eu acendo um cigarro, fecho os olhos, abro um sorriso e saio calmamente da aterrorizante prova de História. Pronto. Assim é que se termina de prestar vestibular.
Todo o recolhimento, todas as baladas “perdidas”, toda a dor nas costas de ficar sentada (essa ainda me acompanha), toda a agonia ao tentar entender física, todas as aulas irritantes do Seno, tudo, tudo, tudo é compensado pelo sentimento de dever cumprido.
Existe um lugar que foi feito para esperar resultado de vestibular: Angra.